PRIMEIRO O COMENTÁRIO DO PIG:
BY RENATA LO PRETE - painel@uol.com.br:
Amarga sentença Com respaldo da bancada governista, o pleito do Judiciário paulista por fatia mais generosa do Orçamento em 2011 tende a ser relativizado por Geraldo Alckmin. É consensual na equipe de transição do tucano a tese de que os R$ 5,6 bilhões oferecidos por Alberto Goldman já contemplam correção acima da inflação e atendem às necessidades funcionais do setor.
O TJ-SP pede R$ 12,3 bilhões e aponta risco ao funcionamento dos serviços jurisdicionais. O valor é considerado proibitivo para o núcleo alckmista, ainda que o temor de uma greve como a que durou 127 dias este ano assombre a largada do novo governo.
Sorvedouro A posição de Alckmin espelha um diagnóstico, consolidado na gestão de José Serra, segundo o qual os recursos destinados ao Judiciário de São Paulo, independentemente do volume, são canalizados para salários de juízes e desembargadores, e não para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. Fonte: Folha de São Paulo, 13 de novembro de 2010
AGORA O MEU, BY ESPACO PUBLICO:
REALMENTE, OS RECURSOS CARIMBADOS COMO “VENCIMENTOS” SÃO DESTINADOS, EM PRIVILÉGIO, PARA OS MAGISTRADOS: REAJUSTES E AUMENTOS SALARIAIS, INDENIZAÇÕES (FÉRIAS, FAM, LICENÇA-PRÊMIO, ETC) SÃO PAGOS PARA O PESSOAL DA TOGA, ENQUANTO AOS SERVOS SÓ LHE RESTAM O SALÁRIO BÁSICO (E SEM REAJUSTE SALARIAL). RESSALTO, APENAS, SÓ QUE VERBA PARA SALÁRIO E VERBA PARA DESPESAS CORRENTES E INVESTIMENTOS NÃO PODEM SE MISTURAR.
NÃO SERIA UMA BOA SOLUÇÃO SEPARAR, CONTABILMENTE, O SALÁRIO PAGO AO SERVIDOR E AQUELE PAGO AO PESSOAL DA TOGA?
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